sexta-feira, 6 de julho de 2012



A benção e maldição dependem de suas atitudes...
Quando fazemos o bem, nos reunimos para orar pela igreja, pelos pastores e irmãos  estamos atraindo a benção para a nossa casa. Logo o teu casamento será abençoado, teus filhos serão abençoados e você prosperará nesta terra, porém quando a tua casa e atua mesa se tornam lugares onde se escarnece e fala mal de homens e mulheres de Deus, você amaldiçoou a tua casa, sim é isso, você amaldiçoou o teu casamento, teus filhos e a provisão lhe serão escassas, pois ao proceder assim à oração e profecia de benção feita a Deus por seu pastor (a), serão anuladas, por sua negatividade.
Tem um homem/mulher de Deus orando por seu sucesso, e você o que esta fazendo? Esta orando por ele (a), esta pedindo ao Senhor que lhes dê a visão?
Ouve meu irmão (ã), Deus esta te vendo, porém, tuas atitudes mostraram se Ele esta te ouvindo. Lembremos o que nos ensina o Salmo 1:
Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.
Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.
Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.
Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha.
Por isso os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos.
Porque o SENHOR conhece o caminho dos justos; porém o caminho dos ímpios perecerá.
Que a tua casa seja um lugar de partilha encontro com Deus e não de contenda.

Louvado seja o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!
Pr. Romulo Roosemberg.

terça-feira, 15 de maio de 2012



 A IGREJA PÓS-MODERNA/ O NOVO MODELO DE PASTOR

A influência dos perigos e desafios da pós-modernidade pode ser vislumbrada facilmente na vida da Igreja e de seus lideres, para muitos hoje não basta ser pastor, daí surgem figuras deturpadas de liderança eclesiástica, é o novo modelo do ‘‘ Bispo’’ e até mesmo ‘‘Apostolo’’, não desprezando inteiramente estes títulos, mas sim a sua aplicação em nossos dias, sendo que assim na maioria dos casos a figura do líder torna-se mais evidente que a figura do centro de toda a igreja, JESUS. Muitas igrejas evangélicas, consciente ou inconscientemente, têm até mesmo adotado modelos eclesiásticos e pastorais que carregam em si a marca clara do mundo pós-moderno, especialmente no que se refere à teatralização, à dominação e à comercialização da religião, como se fora um artigo cultural qualquer.
Relacionamos este modelo eclesiológico com a atividade pastoral. Assim, demonstramos que a cultura massificada pela televisão tem tornado a sociedade pós-moderna na “sociedade do espetáculo”. Por esta causa, o ministério pastoral tem se desenvolvido cada vez mais em grandes eventos, que só contribuem para aumentar o sentimento de desamparo e solidão do povo. Nesse novo modelo de igreja, até o culto toma uma nova conotação.
Os novos gostos litúrgicos, nas igrejas, atraem a seduzem multidões. A imagem apaixona, o espetáculo seduz mentes, corações e corpos, e imperceptivelmente a igreja se transforma em um imenso teatro coletivo; o culto converte-se em arrebatadora performance das coisas que se deveriam esperar. Realidades escatológicas são temporalizadas, capturadas nas agradáveis sensações da confusa presença do sagrado no extasiante consumo dos novos cânticos, novos ritmos, novos gestos, novas palavras de ordem, novos ritos, novos modelos de pastores, meios sempre novos para se “performar” os mesmos e velhos ritos da celebração cristã. “Bispos e Apóstolos” deixam evidente no ‘‘palco’’ que a Mensagem da Cruz não é mais suficiente para transformar corações.
É por isto que, ao invés de centralizar-se na proclamação da Palavra de Deus, o culto evangélico tem tido o seu foco sobre manifestações visíveis da espiritualidade. Assim, a primeira tarefa pastoral que propomos é o cuidado com estas seduções da imagem e do espetáculo, não aceitando o papel que a pós-modernidade tem dado aos líderes religiosos.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

O PREÇO DA TRAIÇÃO


Já parou para pensar um pouco na traição de Judas?
Já pensou no tamanho da loucura desta ato tão medonho?
E o que é pior... O valor desta traição.
Retrocedendo um pouco este histórico acontecimento, nos deparamos com uma cena digna de holofotes. Jesus na casa de Simão sentado à mesa com os demais convidados e discípulos, e de repente surge uma figura inesperada e indesejada a aquela reunião, uma mulher de má fama adentra o cenário para muda-lo completamente. Ela não diz nada, não pediu nada, porém em um ato de extrema adoração, derrama sobre o Mestre um líquido que contagia todo o ambiente com seu agradabilíssimo odor, um perfume tão precioso e de difícil aquisição, era feito de uma planta importada da Índia, daí seu alto preço, trezentos denarios, quase um ano de salário de um trabalhador da época.  Entra em cena aquele que mais tarde seria conhecido como traidor_ Este perfume vale muito não faça isso! Exclamou Judas.
Ele não estava interessado nos pobres, era ladrão, diz a bíblia. Nesta ocasião o Senhor o repreende... Daí talvez tenha surgido a semente que levaria a sua traição. Ele estava tão possuído pelo diabo que ninguém o chama, foi ele mesmo que procurou os lideres judeus, é ele que oferece o Senhor por um preço tão pequeno, trinta moedas de prata, bem mais barato que o perfume derramado pela então pecadora.
O que nos traz a mente que muitas das vezes também desvalorizamos o Mestre, quando deixamos de fazer o bem, quando deixamos de está em Sua Casa, quando não obedecemos a sua vontade. Muitas vezes as nossas trinta moedas de prata são os copos de cerveja, a companhia da prostituta, o pecado escondido, sim nós também o temos desvalorizado preferindo pequenas e efêmeras coisas deste mundo.
Continua...