quarta-feira, 30 de março de 2011

SANTIFICAÇÃO




HEBREUS 12. 14.

Santificação

Através de toda a Bíblia, a santificação tem sido um elemento essencial na relação entre Deus e seu povo. Esta qualidade de ser separado do pecado é uma característica fundamental da santidade de Deus, que tem que ser desenvolvida como parte do caráter de seus filhos.

Santificação literalmente quer dizer "tornar santo". Conseqüentemente, o Espírito
Santo é o agente necessário à santificação, e Cristo é a adequada provisão: Jesus "foi
feito para nós ...santificação" (1 Co 1.30). Não há santificação alguma, moralmente, no
sentido bíblico, sem o contato e a união com Cristo.

A SANTIFICAÇÃO É PARA O CRENTE.

O mundo não conhece o agente santificador, o Espírito Santo(Jo 14. 17), logo a santificação é para aquele que já é cristão, pois é Ele que está em cada um de nós nos auxiliando nas dificuldades e a nossa consciência o que é pecaminoso. É por isso que é tão difícil para o mundo a santificação, não compreendem nem aceitam que outros tentem viver em santidade, pois neles não há o Espírito Santo.

Não percamos a comunhão com o senhor irmão, lembremos dos anseios de Davi,... Salmos 51.11 - Não me lances fora da tua presença e não retires de mim o teu Espírito.

A santificação é para a igreja, Cristo o noivo vem buscar uma noiva santa, separada.

Quando deixamos de nos separar começamos a perder contato com o Senhor. Então para serve a santificação para serve a santificação? Hb 12. 14 responde: sem a santificação ninguém pode ver ao Senhor, e nos queremos vê-lo.

Quando nos separamos das coisas deste mundo tenebroso Deus opera maravilhas em meio ao seu povo. Quer ver o milagres na tua vida te santifica: "Disse Josué ao povo: Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós". Santificação é também preparação para as grandes conquistas.

CONCLUSÃO:

Apesar de muitos verem a santificação como um ato, percebemos que vivencia e prática é um processo que começa no dia em reconhecemos a Cristo como no Senhor e Salvador, daí pra frente vemos uma grande escada a nossa frente a qual todos dias avançamos uns poucos degraus, cansamos muitas das vezes, mas Jesus é o nosso corrimão que quando nos firmamos nele não escorregamos, nele nos apoiamos e descansamos para continuar a nossa subida para o céu. Se alguém nos chamar para descer a escada da santificação, levantemos os olhos para o alto e lá veremos o Senhor nos esperando com a coroa da vitória.

domingo, 27 de março de 2011

UM RELACIONAMNETO DE AMPLITUDE E DE PROFUNDIDADE.



At 9,1-5, "Enquanto isso, Saulo só respirava ameaças e morte contra os discípulos do Senhor. Apresentou-se ao príncipe dos sacerdotes e pediu-lhe cartas para as sinagogas de Damasco, com o fim de levar presos a Jerusalém todos os homens e mulheres que achasse seguindo essa Doutrina (palavra usada para Cristandade). Durante a viagem, estando já perto de Damasco, subitamente o cercou uma luz resplandecente vinda do céu. Caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" Saulo disse:
"Quem és, Senhor?" Respondeu Ele: "Eu sou Jesus, a quem tu persegues."
Havia em Saulo de Tasso um zelo pelas coisas sagradas, ele perseguia a recém nascida Igreja por uma questão de compromisso que tinha com aquilo que os judeus achavam sagrado, para Saulo os cristãos profanavam o sagrado nome de Jeová, apresentando um novo Deus, ‘’Jesus ressurreto dentre os mortos’’. Isso para alguém que conhecia desde menino as sagradas escrituras não era aceitável.
Você entende o que acabamos de falar? ‘‘...quem conhece as sagradas escrituras’’. Quem era Saulo de Tasso? Ele era um profundo conhecedor das escrituras, era fariseu, conhecidos pelo seu cuidado com a lei de Moisés. Seguindo as suas tradições, Saulo se considerava membro do povo eleito de Deus e não podia admitir que Jesus fosse o Messias-Salvador. Considerava-se “separado” dos outros povos e não admitia que as pessoas estrangeiras também recebessem a graça da salvação. Era aluno da escola de o grande Gamaliel, o maior mestre da sua época, o que proporcionava um imenso respaldo na sociedade e na religião que professavam.
Então que tipo relacionamento esse tinha com Deus? Ele tinha um relacionamento de amplitude, conhecia as sagradas letras, mas ainda não conhecia a Cristo. Era necessário que esse relacionamento de grande conhecimento se tornasse também um relacionamento de profundidade. Quer um exemplo maior?
Vamos comparar as vidas de Saulo e de Estevão. Ambos conhecedores da lei, pois quando Estevam interrogando Estevão diácono da Igreja Primitiva, ele lhes falava de todos os profetas e de como o povo se portava diante dos homens de Deus, a palavra de Deus nos fala que era tão grande o conhecimento deste diácono que eles não lhes podiam resistir as suas palavras aponto de arremetem contra ele em apedrejamento. Estevão tinha um relacionamento de amplitude e profundidade com o nosso Senhor. E Saulo consistiu na morte deste homem santo. Lhe faltava profundidade.
O evangelho de João 3 também fala de Nicodemos um dos príncipes dos judeus um homem de vasto conhecimento, porém ele não compreendia o Senhor Jesus falava. ‘’ é necessário nascer de novo...o que nasce da carne é carne, mas o que nasce do Espírito é espírito’’.
Essas palavras pareciam confusas a Nicodemos, porém ele parece aqui nesta ocasião mesmo sem entender naquele momento desenvolver um relacionamento de profundidade com o Cristo, ele mesmo afirma: ‘‘...e disse-lhe: Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele.’’ Ele reconheceu o poderio de Jesus, em outras palavras ele dizia: eu quero te conhecer mais Senhor.
Mas O Senhor tinha um plano para aquele que era chamado ‘‘o grande’’, O Senhor ia derrubá-lo do seu cavalo de orgulho tirar sua visão e lhe dá tudo novo...sobretudo um relacionamento de profundidade com Ele. Agora já convertido, já conhecendo o real sentido da lei que tanto professava ele passa a considerar-se pequeno, o menor dos apóstolos e começa a fazer uma grande obra. A profundidade de seu relacionamento era tão extraordinária que o cárcere o impedia de fazer a obra de seu Senhor Jesus Cristo, agora ele entendia a tudo, entendia inclusive que tudo era passageiro e morrer por amor de Jesus para ele passa a ser lucro. E escreve:
Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?
Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro.
Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.
Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,
Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. Rm 8: 35- 39.

CONCLUSÃO:
Um relacionamento só de mero conhecimento de amplitude é fácil desenvolver, é só procurar os seminários, os livros aprender a filosofia, a teologia, mas isso não significa um relacionamento de profundidade com Senhor. Aquele desenvolve com cristo esse tipo relacionamento profundo é aquele que por mais humildes que sejam as palavras o Senhor tem prazer em ouvi-las. Talvez Ele diga no céu: Xiiiii...o meu servo está falando alguma coisa, ele está me pedindo algo eu quero ouvir para atender a sua suplica...ah ele não quer nada só está dizendo que ama.